" A cada dia que vivo, mais me convenço de que o disperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." (Carlos Drummond de Andrade)




sexta-feira, 18 de março de 2011

Noite .

A lua é o marco dos apaixonados. Para mim é um vínculo com o algo mais.

Quando olho para o céu lembro de tudo e, talvez, de todos. Quando olho para a noite e a imensidão do vago, meus sentimentos mais escondidos explodem como uma bomba.
 Não é incrível poder declarar o quanto se é sucetível aos pequenos fragmentos do mundo real?
 Poucos acreditam que podemos ficar perto de quem gostamos sem utilizar da tecnologia, eu discordo. Uma vez disse para meu amigo que, sempre que ele sentisse minha falta, erguesse a mão na direção da lua, levantasse o dedo polegar e fechasse um olho. Porque não importaria onde nós estivéssemos, a lua sempre seria menor que nossos dedos, da mesma maneira que eu sempre estaria lá junto à ele.
 A magnitude do simples está em ser indescritível e singular.  

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