" A cada dia que vivo, mais me convenço de que o disperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." (Carlos Drummond de Andrade)




quinta-feira, 3 de março de 2011

Amor .

O que define esse sentimento? O que faz ele crescer dentro de você num piscar de olhos? Qual a razão para não poder controlá-lo? Não ter minhas respostas angustiam-me.
 Minha mente vaga intuitivamente. Quando percebo estou olhando para o céu e pensando daqueles que amo. O amor é algo inexplicável onde eu procuro resoluções impossíveis no infinito mágico do universo.

Será que arriscar tudo o que já está encaminhado é perder um caminho concreto para seguir um atalho alternativo de ilusão? E se for na ilusão que encontraremos a razão para compreender a imensidão da nossa frustração? Queria entender muitas coisas que meu coração não consegue explicar. Queria poder entender, encontrar um rumo à seguir. Queria encontrar menos sinais externos e algum interno. Complicado? Ninguém disse que seria fácil.
Às vezes gostaria de decifrar o que sinto como notas musicais. Talvez um dia eu ainda consiga encontrar quem toque a música da minha vida.

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